Polícia Federal 2025 — Perito Criminal Federal - Área 21: Antropologia Forense — mapa de matérias
O conteúdo programático de Polícia Federal 2025 — Perito Criminal Federal - Área 21: Antropologia Forense, banca Cebraspe, reúne 22 disciplinas e 127 itens de edital. Explore a estrutura completa, disciplina por disciplina.
Disciplina
Antropologia Forense como ciência
Histórico da Antropologia Forense no Brasil e no Mundo.
Importância, objetivos e aplicações da Antropologia Forense.
Interface da Antropologia Forense com outras áreas das Ciências Forenses.
Osteologia humana aplicada à Antropologia Forense
Importância da Osteologia para Antropologia Forense.
Terminologias anatômicas e orientações do corpo humano.
Funções, composição, macroestrutura, microestrutura e desenvolvimento do sistema esquelético.
Classificação dos ossos.
Características, estruturas, acidentes, articulações e posicionamento dos ossos do Esqueleto axial.
Metodologias de montagem das costelas e da coluna.
Pontos craniométricos.
Características, estruturas, acidentes, articulações e posicionamento dos ossos do Esqueleto Apendicular.
Metodologias de montagem dos ossos da mão e do pé.
Osteologia de subadultos.
Características gerais de esqueletos de subadultos.
Diferenças numéricas e morfológicas de ossos de subadultos.
Dentição humana
Morfofisiologia e terminologia dental.
Notação dental.
Sistema ISO/FDI.
Sistema Universal/Nacional.
Sistema Zsigmondy-Palmer.
Sistema Paleoantropológico.
Generalidades anatômicas dos dentes.
Morfologia, posicionamento e lateralidade dos grupos dentais humanos, visando a individualização de todos os dentes decíduos e permanentes.
Alterações morfológicas dentais.
Patologias com repercussões ósseas e dentais.
Diferenciação de ossos humanos e não humanos, por
Diferenciação de ossos humanos e não humanos, por meio da análise macroscópica e microscópica.
Cadeia de custódia em Antropologia Forense, com base
Cadeia de custódia em Antropologia Forense, com base nas etapas da Lei nº 13.964/2019.
Processamento de locais de crime com remanescentes humanos
Etapas do exame em local de crime com remanescentes humanos.
Papel dos diferentes atores envolvidos em locais de encontro de remanescentes humanos.
Cuidados especiais no processamento de locais de crime com corpos putrefeitos, carbonizados, desmembrados e esqueletizados.
Busca e recuperação de remanescentes humanos inumados
Definição e objetivos da arqueologia forense.
Sepulturas simples e múltiplas.
Planejamento e logística de escavações.
Metodologias para busca de sepulturas clandestinas.
Papel da geofísica como ferramenta de suporte na busca de sepultamentos.
Procedimentos e etapas de campo para exposição, documentação e coleta de vestígios e remanescentes humanos.
Análise estratigráfica.
Deposição primária e secundária.
Fundamentos de Entomologia Forense
Emprego da entomologia para estimar o tempo de morte.
Emprego da entomologia para exames toxicológicos e genéticos.
Estimativa de intervalo pós-morte pelo método do Grau dia acumulado (GDA).
Coleta de vestígios entomológicos em cenas de morte violenta.
Metodologia para avaliação do número de indivíduos
Metodologia de análise: triagem, restauração, inventário, reassociação, abordagem antropológica, abordagens não-antropológicas, processo de eliminação.
Cálculo do número mínimo de indivíduos.
Cálculo do número mais provável de indivíduos.
Fase de laboratório da Antropologia Forense
Infraestrutura, recursos materiais e humanos.
Coleta de amostras e limpeza dos remanescentes ósseos.
Formulários e protocolos de exame.
Imaginologia como ferramenta de suporte à Antropologia Forense.
Aspectos gerais da análise do perfil biológico em
Conceito de perfil biológico.
Parâmetros do perfil biológico.
Importância do emprego de métodos validados.
Sequência de exame dos parâmetros.
Estimativa do perfil biológico em ossadas de adultos e subadultos: limitações e pontos de atenção.
Estimativa de sexo em Antropologia Forense
Métodos antroposcópicos.
Pelve.
Crânio.
Métodos métricos.
Diagnose sexual probabilística – DSP2.
Ossos longos.
Fêmur e úmero.
Estimativa da afinidade populacional e origem geográfica em
Limitações da avaliação de afinidade populacional em brasileiros.
Métodos métricos cranianos.
Fordisc.
AncesTrees.
Morfometria Geométrica.
Métodos morfológicos cranianos.
Método de Hefner.
Métodos pós-cranianos.
Método da morfologia dental (ASUDAS).
Isótopos estáveis como ferramenta de suporte à identificação.
Estimativa de idade por métodos ósseos
Estimativa de idade em adultos jovens.
Estimativa de idade em adultos.
Morfologia da sínfise púbica.
Morfologia da superfície auricular do ílio e acetábulo.
Método da extremidade esternal da quarta costela.
Limitações do método das suturas cranianas.
Estimativa da idade em idosos.
Two-step procedure.
Métodos dentais para estimativa da idade
Importância do exame dental para estimativa de idade.
Acurácia de métodos dentais em relação aos métodos ósseos.
Estimativa por parâmetros progressivos.
Métodos baseados na mineralização dental.
Métodos específicos para o segundo e terceiro molar.
Estimativa por parâmetros regressivos.
Olze et al.
Lamendin et al.
Kvaal et al.
Métodos baseados na proporção polpa/dente.
Estimativa de estatura em Antropologia Forense
Método anatômico.
Métodos matemáticos de regressão linear baseados em ossos longos.
Limitações e cuidados na seleção do método e aplicabilidade dos exames de estimativa de estatura.
Tafonomia forense e intervalo pós-morte
Processos tafonômicos em diferentes contextos ambientais.
Agentes tafonômicos.
Interpretação das alterações tafonômicas em remanescentes humanos.
Decomposição cadavérica e degradação óssea.
Tafonomia para compreensão das estruturas funerárias e locais de inumação.
Consequências gerais da decomposição dos tecidos moles e da desarticulação.
Influência da gravidade e dos espaços no posicionamento dos ossos após a decomposição.
Amplitude potencial da movimentação de remanescentes esqueléticos.
Sequência de desarticulação óssea e desintegração dos ligamentos do corpo humano expostos ao ar livre.
Mapeamento de dispersão dos remanescentes humanos.
Estimativa de intervalo pós-morte.
Lesões traumáticas e alterações ósseas em Antropologia Forense
Papel da Antropologia Forense no esclarecimento das circunstâncias da morte.
Biomecânica óssea, tipos de força e mecanismos de trauma.
Cronologia das lesões traumáticas ósseas: ante mortem, peri mortem e post mortem.
Lesões ósseas produzidas por ação contundente, perfuro-contundente e corto-contundente.
Lesões ósseas causadas por projéteis de arma de fogo: características e intepretação da distância, direção e sequência.
Alterações ósseas produzidas por ação térmica (calor): ação sobre ossos e dentes, padrões de fratura, dimensão e cor.
Lesões ósseas produzidas por ação explosiva.
Sinais esqueléticos da prática de tortura e maus tratos.
Fraturas patológicas.
Identidade e Identificação Humana
Identificação e reconhecimento.
Fundamentos e requisitos para a identificação humana.
Métodos comparativos e reconstrutivos.
Fatores esqueléticos individualizantes.
Aplicações e limitações da aproximação facial forense.
Identificação de vítimas de desastres (DVI) e a
Conceitos e tipos de desastres.
Características gerais da resposta ao desastre.
Protocolo da INTERPOL para identificação de vítimas de desastres.
Classificação da INTERPOL para os métodos de identificação humana.
Antropologia como método de identificação em DVI.
Fases da resposta estruturada em DVI.
Antropologia Forense no contexto de direitos humanos
Violência, tortura e violações de direitos humanos.
Protocolos internacionais – Protocolo de Minnessota, Protocolo de Istambul.
Ação forense humanitária - atuação do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).
O contexto de desaparecidos no Brasil e sua
Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas.
Pessoas desaparecidas: definições e tipos.
Papel das múltiplas agências na busca de pessoas desaparecidas.
Protocolos de investigação de busca por desaparecidos.
Mapa dos desaparecidos no Brasil.
Ferramentas e bancos de dados aplicados à problemática dos desaparecidos.
Cadastro Biométrico de Desaparecidos (CADÊ).
Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG).
Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID) e Sistema Nacional de Localização e Identificação dos Desaparecidos (SINALID).